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12:24 The Beatles; Drive my car, do Rubber Soul.Carro, inicialmente usado para o logo da banda "Mavericks" (de amigos queridos), em novo contexto ritmado. Marcadores: the beatles 0 Comentários11:46 Andei ausente, peço desculpas. Não sei bem como lidar com o tempo; companheiro astuto e imprevisível. Andei por dias de nostalgia, risos, alegria e saudade. Entreguei-me às horas, e não vi quando elas passaram velozes por mim. Estou em férias, em minutos intermináveis de preguiça. A sonolência, no entanto, equipara-se à ansiedade com as mudanças nos próximos meses. Ontem, hoje e amanhã são mundos de galáxias diferentes, e eu aqui tentando segurar todos de uma só vez. "Amarguras, recriminações, conselhos, moralidade, tristeza - tudo lhe pesava nas costas enquanto à sua frente descortinava-se a alegria esfarrapada de simplesmente ser." On The Road - Jack Kerouac Me vi (despretensiosamente) nas linhas de Jack. Li, e do início ao final, pensei na minha própria jornada, na jornada da vida. Vida, mas não como sequência de acontecimentos. Como reluzente reunião de paisagens e pessoas. Passivos de mudanças; agentes da transformação do ser. Quis ter um pouco da coragem Dean Moriarty, quis ter paixão como Sal Paradise. Quis olhar o mundo, crescer, conhecer. Saber notícias, desvendar estórias, lugares, mentes. Peguei carona, esqueci o dinheiro. Não quero voltar. Obrigada, Mallu. Marcadores: beatnik, livros, on the road 0 Comentáriosterça-feira, 3 de fevereiro de 2009
09:32 Sabe o cachimbo do Magritte? (Aquele que diz que não é cachimbo coisa nenhuma)
Esse é o problema da representação: olhando assim de um jeito só, é impossível conhecer de verdade qualquer objeto. Um quadro com o desenho de um cachimbo realmente, Sr. Magritte, não é um cachimbo. E os humanos, são o quê? Vemos uma pessoa, perguntamos seu nome. Será que a conhecemos? Longe disso! A tendência natural é que façamos deduções superficiais, que diante da complexidade da espécie, tem margem de erro incalculável. Assim, nos baseamos, na maior parte do tempo, em suposições, que podem ter algum fundamento, mas na maioria das vezes não condizem com a verdade. Pessoalmente, acho que a tal "verdade" não existe. Se o universo está em movimento o tempo inteiro, transformando matéria, anti-matéria e tantas outras coisas, por que motivo nós, bípedes pensadores, devemos permanecer estáticos? Agora, siga o raciocínio: Se a verdade não existir, também não existe mentira (negação da verdade), logo não existe limite. Eu sou uma falsa impressão, diante de todas as impressões possíveis. Inspiração musical? Ah, claro que tem! É "Box" do Tokyo Police Club. Marcadores: desenhos, tokyo police club 0 Comentários08:34 Estou no Rio desde a última quinta-feira (29), por isso não tenho postado com muita frequencia. A falta de internet (e de qualquer outra coisa que me distraia) no apartamento da minha tia, me fez retomar alguns desenhos antigos, que estavam de certa forma esquecidos. Decidi pegar algumas versões feitas à mão e refazer, a partir do esboço escaneado, no Corel Draw. Foram horas divertidas, enquanto a monotonia saia para curtir a noite carioca. Então, vamos lá: O primeiro é um desenho um pouco paradoxal, foi feito no começo do ano passado, quando o meu gosto musical ainda estava fortemente ligado aos Strokes.
Marcadores: desenhos, the strokes 0 Comentários |
